Mercado de Pulgas: fui e vendi minhas roupas!

ago 30

Neste sábado, ocorreu na minha cidade (Joinville) um evento muito legal: o primeiro Mercado de Pulgas, na lindíssima e restaurada Estação Ferroviária da cidade (Estação da Memória). O evento foi criado baseado nos tradicionais Mercados da Europa e no Mercado das Pulgas de Curitiba, e nesta primeira edição qualquer pessoa que tivesse peças que gostaria de vender poderia participar, e havia coisas diversas, como: quadros antigos, porcelanas inglesas, moedas, patrarias, máquinas de costura antigas, e muuuita roupa e acessórios. Não era necessário ser propriamente antiguidades, apenas coisas em bom estado que você não quisesse jogar no lixo ou doar, mas que valem algum dinheiro e você não sabia como se desfazer.

Logo que eu soube do evento, fiquei doida. Adoro brechó, amo antiguidades, e acho que toda cidade deve ter esse tipo de evento que além de tornar-se parte da agenda cultural da cidade, é super sustentável. Mas minhas roupas de brechó eu não vendo nem morta! São roupas garimpadas e especiais (como o vestido Nina Ricci que paguei DOIS REAIS!), então fiz a maior limpa no meu closet, e me inscrevi para expor e vender minhas roupas atuais, e levei MUITAS roupas! Montei duas araras enormes, um cabideiro e uma mesa, e lotei de roupas que quase nunca usei, e muitas que nunca havia usado (para espanto de muitos e minha vergonha, haviam diversas peças com etiqueta ainda!), além de bolsas, sapatos e acessórios diversos.

Fiz questão de colocar apenas roupas legais e bonitas e em ótimo estado de conservação e limpeza, pois acho muita sacanagem vender coisas mal cuidadas. Odeio brechós que vendem coisas caras e feias, pois acredito que roupas usadas devem ser vendidas por preços justos e não abusivos.

O bom é que esvaziei meu guarda roupa, e a minha banquinha fez o maior sucesso: vendi peças da Farm, Mormaii, Hering, TNG, Colcci, Morena Rosa, Makenji, além de muita roupa indiana (adoro!!!) e coisas da Renner e C&A por preços simbólicos. Tudo estava por R$3, R$5, R$10, R$15… Só havia uma peça de R$30 e um casaco da Mormaii por R$50.

O mais legal de tudo foi ter conhecido um monte de gente legal e que se identificou com o meu estilo. Muito legal ouvir das pessoas “suas roupas são legais”, “seu gosto é igual ao meu”, ou “nunca encontro nas lojas roupas assim”. Desde pequena eu gosto de me vestir diferente dos padrões da moda enlatada, e gosto de garimpar em qualquer loja roupas diferentes e que se encaixem no meu gosto, estilo e padrão corporal. Não sou vítima da moda, mas adoro a moda e suas novidades, e acho que é imprescindível cada um ter a sua identidade, afinal, a sua roupa é seu meio de expressão. E a moda vai e vem, mas seu estilo é único e deve prevalecer sempre.

Eu tinha muita dó de me desfazer de algumas roupas específicas, que não eram de brechós e eram novas, e foram compradas em ataques de consumismo. Então, fiquei muito feliz em ver a mulherada se divertindo e limpando a minha barraquinha. Tomara que o Mercado das Pulgas vingue na minha cidade, e que o espaço seja aberto a pessoas normais, e não lojistas. Assim, fica mais divertido pra todo mundo, pois os preços são baixos e a idéia de abrir espaço no guarda roupa prevalece sobre o lucro.

Eu e o Aurélio (meu noivo que me acompanha em todas as aventuras mais bizarras!) ficamos das 7h às 19h em pé, trabalhando, atendendo e nos divertindo. Ganhamos um dinheirinho com as roupas que estavam sem uso, vimos muita gente, conversamos, vimos antiguidades, e voltamos pra casa podres de cansados, mas felizes em ver um evento tão bacana, tão bem organizado, e com tanta gente participando.

Muito legal ver que as pessoas não se importam em usar roupas usadas. Eu acho super normal.

Você usa roupas de brechó também? E já vendeu alguma roupa sua? Olha, faça isso. Eu fiz e achei muito legal.

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Homossexuais e você

ago 03

Uma das coisas que mais me irrita e entristece é o preconceito contra os homossexuais, os hoje chamados pela nova sigla LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Bom, este blog é para falar de moda, peruices, mulherzices, cosméticos e afins, não é mesmo? Então por que a Moguinha louca está falando sobre este tema “nada a ver” aqui? Bom, este é um blog que também expressa as minhas vontades, desejos e opiniões. E minha posição a favor do não preconceito contra a comunidade LGBT faz parte do que eu penso e sou, há muito tempo. Acho que nasci assim, e pela minha vida fui fazendo naturalmente muitos amigos gays, além de fazer uma excelente graduação em Sociologia que me ampliou ainda mais o olhar para os estudos de gênero. E além disso, quem é tão insensível ao ponto de não se comover ao saber de como é sofrida a vida de quem passa por vergonhas, humilhações e preconceitos desde sempre.

O que me motivou a falar pela primeira vez desse assunto aqui, é que nesse mundo da moda e de consumo feminino expresso em blogs, revistas, e mesmo no nosso dia a dia, vejo umas contradições ridículas que me irritam. Por exemplo: as mulheres veneram seus cabeleireiros e estilistas, mas riem e zombam quando veêm um gay na rua, ou quando reclamam da falta de homem no mercado. Pior ainda é quando falam frases grotescas ao se referirem a um homem (heterosexual) que lhe deu um fora, tais como “é um gay mesmo!”, ou “é bicha, só pode!”.

Como tudo no mundo, a hipocrisia é usada sempre que convém. Enquanto eu babo pelo corte bafóm suuuuper na moda que meu cabeleireiro-amica-bibíssima fez, eu zombo do “bicha” que me deu um fora (a verdade dói, não é mesmo?).

É por essas e outras que fico muito feliz quando vejo iniciativas contrárias ao preconceito, e debates que incentivem a disseminação do conhecimento e da igualdade de direitos para os LGBT.

Por coincidência, uma dessas ações esta incrivelmente acontecendo na minha cidade, que é uma cidade extremamente fechada à novidades e temas polêmicos devido a sua colonização alemã altamente tradicional e rígida. Graça a Associação Arco Íris Joinville, Poder Municipal e várias pessoas que lutam pelos direitos e apóiam a felicidade alheia, ocorre desde domingo a Semana da Diversidade Joinville.

O tema principal será as novas configurações familiares, que hoje fogem do padrão mamãe+papai+filhinhos. Assim como o Brasil desponta como um país onde grande porcentagem de mulheres virou chefe de família, temos que abrir os olhos para outra configuração, que é a das uniões homoafetivas (união entre pessoas do mesmo sexo).

Isso não significa (como querem os retrógados e conservadores) dissolução da família tradicional, ou putaria como querem alguns mais lunáticos ainda. Isso significa somente o respeito aos direitos individuais, que estão garantidos na Constituição Brasileira, a lei maior que todos nós cidadão seguimos. Então… se gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais pagam seus impostos, trabalham e contribuem para a economia e força de trabalho brasileira (como qualquer pessoa heterossexual), porque não recebem o mesmo tratamento da lei, quando se trata de:

  • União civil
  • Adocão de Crianças
  • Garantia de direitos do cônjuge, como pensão, plano de saúde, etc?

O que temos que ter consciência é que vivemos num país livre, regido pela Constituição Federal, e num Estado Laico. Ou seja, preceitos religiosos não podem influir na decisão da Justiça. E, sendo assim, não há nada que deva impedir a união homossexual e o respeito que devemos ter com todos. A única coisa que impede é o nosso preconceito e a nossa hipocrisia.

E você, o que acha desse tema?

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Testei: Elsève Tratamento Noturno

ago 02

Com esse frio dos últimos tempos, hidratar o cabelo em casa virou uma verdadeira tortura para mim.

Ficar com a cabeça molhada, com creme, com touca, depois enxaguar com água fria para dar brilho, sem chance nesse friozão!

E como gastar com salão toda semana não está nos meus planos de perua pobre, o jeito foi buscar alternativas para não ficar com o cabelão a la Elba Ramalho das antigas de tão seco.

Pesquisando, cheguei na única coisa que eu conseguiria fazer sem ter que me envolver muito tempo com água e cremes gelados: hidratantes noturnos sem enxágue.

Então, passei na farmácia e comprei o ELSÈVE TRATAMENTO NUTRITIVO NOTURNO que há muitos meses atrás foi bastante comentado pelas blogueiras e apareceu em todas as revistas, e não é nenhuma novidade. Mas, como meu cabelo é uma indústria produtora de óleo, nunca nem cogitei usar esse tipo de produto, pois tinha certeza que meu cabelo acordaria completamente oleoso, pesado e sem brilho.

Mas não é que tive uma grata surpresa? O creme foi ótimo e me salvou!

Estou usando somente duas vezes por semana (para não carregar meu cabelo que é super oleoso e fino), colocando na palma da mão apenas a medida de uma moeda de um real. Estou passando com os cabelos molhados, e após secar naturalmente vou dormir. E o cabelo acorda bem sedoso, como se tivesse sido hidratado nos moldes tradicionais com altas misturas de cremes poderosos que só nós mulheres sabemos fazer.

Enfim, recomendo e MUITO este produto para os dias de frio e chuva! Além do preço ser ótimo para esse tipo de situação extrema!

E você, já usou esse tipo de produto?

Vi que a Avon tem um desses também, alguém já usou?

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Por que os homens gostam da gente de jeans e camiseta?

jul 27

Quando li um post da fofíssima Lia do Just Lia há umas duas semanas atrás, confesso que pensei “cadê a câmera?”, “tem alguém aqui em casa filmando minha rotina, só pode!”. Sério mesmo.

Enfim, resumindo o post da Lia superficialmente, ela diz que seu noivo adora quando ela está de jeans+camiseta divertida+tênis e está alheio a todas as novidades e peruices fashionistas que nós mulheres adoramos, mas que todo fofo sempre faz uns comentários sobre as roupas dela.

Pois bem… O post da Lia reflete e traduz de maneira maravilhosa o que eu passo aqui em casa com o meu noivo, o Aurélio, toooodo santo dia. Gente, me diz: por que raios a gente se emperequeta tanto, fica horas se arrumando pra sair, se SEMPRE temos que perguntar: “Tô BUNITA tchuquinho-ôôô?!”. E claro, AI dele se disser qualquer coisa que não seja um enfático “tá LINDA amoorr!”. E mais: mais AI dele ainda se não fizer nenhum comentário extra do tipo “Nossa, é novo esse seu LINDO colar? Ou “Que legal essa maquiagem DIFERENTE que você fez!”.

Ok, e nós fingimos que realmente acreditamos nesses comentários suuuuper espontâneos, não é mesmo?

A questão principal é: não estou cogitando o fato de estarmos realmente bonitas ou feias, eu queria era uma explicação antropológica/psicológica/paranormal definitiva para o fato de que assim como o noivo da Lia, o meu tem um comportamento padrão típico (nerd com comportamento padrão é pleonasmo, mas tudo bem…) que se traduz na minha pessoa

Somente receber elogios SEM EU TER QUE PERGUNTAR, ou seja, espontaneamente, quando estou com a roupa mais TOSCA e simples do mundo!

Pra ter noção do que estou falando, saca só os meus LOOKS preferidos pelo bofe Aurélio:

  • Calça jeans + blusinha branca + all star
  • Saia de malha + blusinha sem estampa + rasteirinha
  • E o campeão da simplicidade: vestido de malha podre, que uso pra limpar a casa!

Eu já pensei em mil explicações feministas e conspiratórias para esse tipo de padrão de comportamento masculino (que vi que é do Aurélio, do noivo da Lia, dos meus amigos…), pensando se é algum tipo de subordinação feminina, sinal de fragilidade, complexo de Édipo, e blá blá blá…

Mas acho que no fim desisti de tentar entender, e simplesmente continuo com aquela velha máxima que mulheres definitivamente devem se vestir para si, para sua felicidade, e para sua auto estima. Afinal, só nós entendemos o que é esse tal de skinny, open boot, pied de poule, boho, oxford, wet legging, clog e taaaantas outras frescuras legais!

E NUNCA vamos conseguir que eles entendam que esmalte vermelho não é de tia velha, que calcinha bege de fio dental é necessária e útil em certos casos, ou que manga presunto é nome de roupa, não de comida.

Enfim, assim como disse a Lia no final do seu post citando Betsey Johnson: mulheres se vestem para si e para outras mulheres, pois se nos vestíssemos para os homens, andaríamos peladas por aí o tempo todo.

Portanto, façamos sempre a nossa moda, com o nosso jeito, com as nossas preferências, nossas vontades, com o que nos deixa bem, confortáveis conosco e com o mundo. Daí, um dia ou outro, a gente coloca aquele jeans e aquela camiseta super sem graça, e ganha o dia do namorado!!!

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Eu sou um ET: não uso batom!

jul 23

Existem várias coisas que vejo por aí nesse mundo de blogueiras de moda, cosméticos e afins, que adoro e que me fazem conhecer-apreciar-viajar-sonhar, com muitas novidades, produtos, lugares, novos mundos e coisas que sem a internet com certeza eu não conheceria.

Mas também existe um outro lado, que hoje no twitter “me peguei” pensando mais uma vez, enquanto conversava com as queridas Dai e Mari, do TPM Moderna: no mundo dos blogs existe um mundo que não me pertence e que não tenho acesso. E se um dia eu terei, também não sei… Não sei se terei condiçõe$, e o que mais eu penso: não sei se eu quero muitas coisas.

Quer ver um exemplo mega besta? Parece que está consolidado que mulher que é mulher usa batom. E eu me sinto um ET por não ter nenhum Ruby Woo, Rouge Volupté, Snob, Viva Glam, Obey, Orange Soda, Faux, Russian Red, Pink Nouveau…

Sério mesmo, genteee: EU NÃO USO BATOM!

E não tem UMA explicação pra isso. Eu não sei o real motivo…

  • Pior que eu não sei se é trauma de infância: eu usava batom rosa-cheguei todo dia para ir à escola até os 9 anos.
  • Se é trauma familiar: não conheço minha mãe sem maquiagem, acho que ela já acorda maquiada. E batom tem que ser vermelhÃO, cafeZÃO, laranjÃO…
  • Ou se eu sou jacu do mato mesmo…

E não tenho nada contra o “efeito” do batom não, acho lindo minhas amigas com batom vermelho, minha mãe combinando o batom com a blusa (anos 80 na veia!), batom nude, etc, etc… Mas em mim não rola mesmo, e não é por falta de tentativa ou acesso.

E além de tudo, meu lado racional sempre tem uns questionamentos bem práticos, tipo assim:

  • Como faz para beijar de batom? (Sério, eu beijo o Aurélio umas vinte vezes por dia!)
  • Como faz para comer de batom vermelho? (no meio do “processo” não sai tudo?)
  • Como faz para trocar roupa de batom, sem ficar com boca de palhaço ou comer o batom? (Afinal, trocamos a roupa do trabalho, pra da academia, pra de usar em casa, pra de ir na padaria…)
  • Como faz pra dar beijinho na amiga de batom? (eu não sei se é regional, mas aqui damos beijo na bochecha dos amigos.)

Depois de toda essa confissão, acho que serei excluída do mundo dos blogs…

Ah, mas deixa eu me redimir: eu uso aqueles brilhinhos de boca tipo de criança, quase sem cor, da Avon e da Nivea quando tá frio. É muita vergonheira? hahaha

Compra pra mim tia?

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Festival de Dança de Joinville

jul 21

Hoje começa o 28º Festival de Dança de Joinville (há, minha cidade!). O evento ocorre entre 21 e 31 de julho, em vários pontos da cidade.

Ele é considerado o maior Festival de Dança do mundo, e são 10 dias de apresentações oficiais no Centreventos Cau Hansen ou em palcos alternativos por toda a cidade, com a presença de milhares de bailarinos e profissionais da dança e das artes de todo o Brasil e do mundo. O Festival contempla os mais diversos estilos, do Balé Clássico à Dança de Rua, passando por Danças Folclóricas, Jazz, Sapateado, Dança Contemporânea…

A cidade fica completamente lotada de turistas, e a cidade respira dança e arte. Shoppings, vitrines, lojas, restaurantes, tudo é decorado e especialmente preparado para este evento.

Além das Noites Competitivas, o festival oferece várias apresentações especiais (como a Noite de Abertura com o musical de Claudia Raia), Noite de Gala, cursos, workshops e seminários para estudantes e profissionais da área, Feira da Sapatilha e o Encontro das Ruas (que valoriza a cena hip hop, incluindo-a como digna de respeito e apreciação da cultura – muito legal!).

Mas o mais legal, são os palcos abertos, onde pessoas que não têm condições financeiras ou disponibilidade para ver as apresentações especiais podem conferir em shoppings, praças, hospitais e até nas fábricas onde trabalham, apresentações de altíssima qualidade, super selecionadas.

Eu sempre assisti as apresentações em palcos abertos, pois nunca consegui comprar os ingressos, pois sempre deixava pra última hora…

Mas neste ano, cheguei cedo nas filas e comprei ingressos para mim e o @oreio para vários dias! E o melhor, os preços são super acessíveis: R$10 para as Noites Competitivas. Valor super bem pago para horas de espetáculo, com váaarias companhias se apresentando. Eu ADORO as apresentações de Dança de Rua!

Se vocês estiver pertinho daqui nesses dias, vem pra Joinville curtir um friozinho e um ótimo programa, vem!

Mais informações sobre o Festival de Dança e a programação, é só entrar no site www.festivaldedanca.com.br

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Óleo x Creme: quem hidrata mais nesse frio?

jul 19

O frio realmente chegou pra valer. De Norte a Sul do Brasil as temperaturas despencaram, e até quem não passava tanto frio está passando, não é mesmo? Todo mundo está cheio de blusas, cachecóis, casacos, e reclamando do frio para tomar banho e da pele ressecada.

Com isso, estou lendo nos últimos dias várias reportagens sobre hidratantes e óleos de hidratação corporal. Afinal, com o frio e os banhos super quentes, a pele resseca pra valer, ficando áspera e com aspecto rachado, e ficando propensa até mesmo a alergias e estrias.

E nos cuidados de beleza desse nosso inverno, muitas mulheres preferem passar o óleo de banho no lugar do hidratante, pois o óleo de banho é bem mais prático: você pode usá-lo durante o banho com a pele molhada, ou logo que desliga o chuveiro. Já o hidratante tem que ser passado com a pele seca e fora do chuveiro, e o grande problema é que no inverno o creme fica muito gelado. E o que queremos é sair do banho rapidinho e colocar logo o pijama pra ficar bem quentinha, não é mesmo?

Mas, em todas as reportagens, artigos e posts de blogs que leio, uma coisa me incomoda muito: ler que óleo de banho deve ser usado para hidratar a pele. Este foi um erro que cometi durante muitos e muitos anos da minha vida, e não sabia que estava errada e prejudicando a minha pele. Por isso, decidi escrever este post sobre o tema, para que possamos conversar sobre a diferença do óleo corporal e do hidratante.

Vejam só: quando comecei a trabalhar em uma indústria de cosméticos, comentei com as especialistas que trabalhavam lá que eu possuía estrias, mas não entendia o por quê. Afinal, desde muito cedo eu era viciada em óleos corporais, e religiosamente todo dia eu hidratava minha pele com óleo de amêndoas doces ou de semente de uva, e, desta forma, não entendia como uma pele bem hidratada e saudável tinha ficado com estrias (e cada vez apareciam mais!). Foi daí que as especialistas me disseram a super verdade que nuca ninguém havia me dito: óleo não hidrata a pele, apenas o creme.

Foi daí que elas me deram uma explicação muito fácil de entender sobre esta diferença entre o óleo e o hidratante corporal na nossa pele:

Aprendemos láaa no colégio que a água é uma molécula pequena, e o óleo uma molécula grande, não é mesmo? Aprendemos também que a pele possui poros beeem pequenininhos. Portanto, o óleo não tem a capacidade de penetrar na pele. Como ele não penetra, ele não consegue hidratar a pele bem a fundo. Sendo assim, a única função do óleo corporal é ser responsável por criar uma película sobre a pele, e não deixar que a água saia, aí sim desidratando nossa pele.

Mas, assim como devemos tomar água todos os dias, a nossa pele também precisa “beber” água todo dia, e para isso, devemos passar cremes hidratantes, que têm água e diversos ativos hidratantes em sua formulação (como colágeno, aveia, cupuaçu, semente de uva, entre outros) que penetram na pele, nutrindo-a e deixando-a bem saudável.

E com essa explicação das especialistas que trabalhavam comigo, eu entendi porque eu tinha estrias. Eu não estava repondo a água da minha pele, e por isso ela “rachou”… Desde então, eu uso hidratantes todos os dias, e não tive mais estrias novas.

Portanto meninas, a dica é: usem hidratantes corporais em forma de creme todos os dias, seja no inverno ou no verão. Passe de preferência após o banho, pois os poros ficam bem dilatados e o creme penetra bem. E use o óleo apenas uma vez por semana, para criar essa película sobre a pele.

E lembre-se de pelo menos de 15 em 15 dias fazer uma boa esfoliação corporal retirando células mortas, poluição e restinhos de cremes e óleos que nem sabemos que estão na nossa pele ainda… Assim, com a esfoliação, facilitamos ainda mais a penetração dos nossos queridos cremes.

Um grande beijo!

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XIMBUKTU – A nova coleção linda da FARM

jul 16

A marca carioca FARM é uma marca que admiro e respeito muito. Acho uma marca sensata, que tem um processo de criação que respeita os próprios valores da marca, e desde 1997 segue o mesmo estilo. Estilo este que sempre, é claro, é mesclado e aprimorado com novas tendências e novidades do mundo da moda e tecnologia têxtil.

É o tipo de moda que eu gosto e admiro. Uma moda influenciável até um certo ponto, cheia de inspirações, mas que respeita o seu próprio processo criativo. E principalmente, respeita os clientes fiéis da marca.

XIMBUKTU – Coleção de verão 2011 Farm

A Farm ainda está no pré lançamento da coleção Ximbuktu, mas já deu para perceber que será uma coleção lindíssima, a cara do verão e do nosso Brasil. Adoro essa marca ainda mais por causa disso, mostra uma moda brasileira, de verdade, sem influências estrangeiras que nada têm a ver com o nosso clima tropical.

O nome da coleção remete a um local imaginário, criado pela Farm para agradar todos os estilos de vida, gostos e comportamento. Uma bela e sutil estratégia de venda e marketing, para agradar vários estilos de cliente. Mas sempre com aquele toque étnico e folk, cheio de elementos artesanais. Veja só a linda e imaginária explicação da coleção retirada do site da Farm:

“Ximbuktu fica a alguns quilômetros de Ipanema, às margens do rio Negro ou ao norte de Madagascar. As tribos que vivem ali, têm o dom da simpatia e da felicidade. Celebram a vida, a cultura, o belo, o pop, a música e a natureza. Macaquinhos zebrados, girafas onçadas e outras espécies coloridas correm e voam soltas em harmonia com as 4 tribos nativas, e a floresta.

São 4 tribos, e cada uma tem espaço garantido. Daí é só escolher em qual se hospedar:
Tribo Bambará: Pra quem gosta de passar os dias com o pé na areia, surfar no pranchão, navegar em canoas floridas e descansar ao pôr-do-sol tomando drinks de laranja.
Tribo Iarabi: Para corações românticos, num clima “Lagoa Azul”, colorido com florzinhas tipo liberty. Nessa tribo tudo é um convite ao romance e à paixão.
Tribo Dakar: A tribo mais chique adora se aventurar no safari, e depois, sombra e champanhe gelado no hotel boutique mais exótico do deserto.
Tribo Mopti: Essa é a tribo mais animada! Ousa no visual e se joga no Kuduro e nos mashups com as meninas mais descoladas de Ximbuktu!”

E você, de qual tribo faz parte? Eu sou da Tribo Bamdará, mas com certeza com um boooom pezinho na Tribo Iarabi!

Algumas fotos LINDAS da pré coleção:

Eu quero esse!!!

Mais informações, site da Farm: www.farmrio.com.br

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Moda cíclica e reciclável

jul 15

E você?

Inaugurando o blog, e cheia de idéias para compartilhar. Vamos nessa?

Pois então… Eu gosto de moda, gosto de saber tudo que acontece por aí.

Gosto de saber o que está sendo lançado, o que apareceu em cada desfile, gosto de pensar sobre o que foi criado de novo nas passarelas internacionais e nacionais. E mais ainda, sobre o que foi tirado da tumba dos anos 30, 50, 60… Ou mesmo de 3, 4 anos atrás (não é bem assim que acontece???). A moda felizmente (ou infelizmente, depende da visão e interesse) é cíclica e reciclável.

Eu, particularmente, acho isso lindo, prazeroso, e sobretudo, ecologicamente e socialmente correto (com o mundo e com o nosso bolso!). E quem tem estilo e atitude (como muitas mulheres lindas que vemos por aí) sabe tirar láaaa do fundo do baú uma peça linda, e usá-la tranquilamente com o maior estilo próprio, e estando “na moda”! Mesclando, misturando, fazendo um tudo-junto-e-misturado-com-noção-e-auto-conhecimento, tornando o retrô e o vintage atemporais, e lindos e antenados com o seu estilo pessoal e as novas tendências.

E o melhor de tudo isso: gastando nada e sendo super fashion.

Eu não sou nenhum exemplo fenomenal de estilo, mas humildemente eu digo: ADORO um brechó bem baratinho, ou assaltar o armário da minha mãe e da minha vó… Como as roupas antigas tem um acabamento lindo e bem feito, vocês não acham?

Beijos!

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